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Boas vindas!

Este é um espaço pensado para quem, de alguma forma, sente que algo não vai bem — seja um sofrimento que já tem nome ou algo mais difícil de dizer, que insiste em aparecer no corpo, nos pensamentos ou nas relações.

Aqui, o trabalho não parte de respostas prontas, mas da construção de um espaço onde você possa falar livremente, no seu tempo, e ser escutado de forma implicada e respeitosa. Acreditar na possibilidade de dizer algo sobre o próprio sofrimento já é, muitas vezes, um primeiro passo importante.

Se fizer sentido para você, este pode ser seu ponto de partida.


Como funciona o tratamento?

SINGULARIDADE

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Cada sujeito tem uma história, uma forma própria de viver o sofrimento e de se relacionar com o mundo. Por isso, a terapia não segue um modelo único ou padronizado. Não se trata de aplicar técnicas iguais para todos, mas de construir, ao longo dos encontros, um trabalho que respeite aquilo que é particular em você.

A escuta, nesse contexto, é o principal instrumento. Trata-se de uma escuta clínica orientada pela psicanálise, atenta não apenas ao que é dito de forma direta, mas também aos detalhes, às repetições, às contradições e aos sentidos que vão surgindo na fala. É a partir disso que o trabalho se desenvolve.

ONLINE

 

Atendimento psicológico online para todo o Brasil. As sessões são realizadas por chamada de vídeo em um ambiente seguro, garantido total privacidade para o paciente.

FALA LIVRE E LIVRE ASSOCIAÇÃO

As sessões acontecem em um espaço de sigilo e compromisso ético, onde você pode falar livremente, no seu tempo. Ao longo do processo, aquilo que antes aparecia como sofrimento pode começar a ser elaborado de outras maneiras, abrindo novas possibilidades de compreensão e de relação com a própria vida.

A livre associação é um dos elementos centrais desse processo. Trata-se de um convite para que você fale livremente, sem a necessidade de organizar previamente o que será dito ou de buscar uma lógica imediata. É nesse movimento que aspectos importantes da sua experiência — muitas vezes fora do controle consciente — podem aparecer e ganhar espaço.​

ESCUTA CLÍNICA

Psicólogo clínico pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em Clínica Psicanalítica pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ e em psicologia clínica institucional pela UERJ, na modalidade residência hospital.

Clínica orientada pela intercessão entre a Psiquiatria e a Psicanálise e com experiência em diferentes níveis de complexidade clínicas e questões contemporâneas

PRESENCIAL

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Atendimento psicológico no Rio de Janeiro, nos bairros Tijuca e Ipanema. Consultórios com locais de fácil acesso, próximo às estações de metrô Afonso Pena e Nossa Senhora da Paz, respectivamente. 

Endereços:

Rua Haddock Lobo, 356

Rua Visconde de Pirajá, 550 – Shopping Top Center

Quando procurar um psicólogo?

Procurar um psicólogo nem sempre é uma decisão simples. Muitas pessoas chegam à terapia apenas quando o sofrimento já se tornou intenso, mas o cuidado com a saúde mental não precisa começar apenas em momentos extremos.

 

Você pode buscar atendimento psicológico quando perceber que algo não vai bem — mesmo que seja difícil explicar exatamente o que é. Sensações de ansiedade, angústia ou tristeza persistente, desânimo, irritabilidade, crises emocionais ou mudanças no sono e no apetite podem ser sinais de que algo merece atenção.

 

Também é comum procurar terapia diante de dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares, términos, perdas importantes ou momentos de transição na vida, como mudanças de trabalho ou decisões difíceis. Em outros casos, o que aparece é uma sensação de repetição: situações que se repetem, escolhas que parecem levar sempre ao mesmo lugar, ou um mal-estar que insiste sem uma causa clara.

 

Há ainda situações em que o sofrimento se apresenta de forma mais intensa, impactando o cotidiano, o trabalho ou os vínculos. Nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ser um espaço importante de cuidado e elaboração.

Mas nem sempre é preciso “ter um problema definido” para começar. Muitas pessoas procuram um psicólogo simplesmente por querer se entender melhor, refletir sobre a própria vida ou encontrar um espaço de escuta qualificada.

 

Se você sente que algo não vai bem — ou se deseja compreender melhor a si mesmo — isso já é um motivo suficiente para procurar um psicólogo.

 

Principais questões trabalhadas: lutos, perdas e separações, ansiedade, depressão, relacionamentos, problemas no trabalho, conflitos familiares, angústia, compulsão e autoconhecimento.

Sobre mim

Psicólogo Clínico com Orientação Psicanalítica 

CRP 05/68931

Sou psicólogo clínico, com formação voltada para a clínica e para a saúde pública, e uma trajetória construída em diferentes contextos de cuidado, como hospital geral, psiquiatria e rede de atenção psicossocial no município do Rio de Janeiro.

Minha prática é sustentada por duas especializações que se complementam: a especialização em Clínica Psicanalítica pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ e a residência em Psicologia Clínica Institucional pela UERJ. Enquanto a formação em psicanálise aprofunda o trabalho com a escuta do inconsciente e a singularidade de cada sujeito, a residência hospitalar amplia a experiência clínica em situações complexas, incluindo o manejo de casos graves e o trabalho em equipe multiprofissional.

Ao longo da minha trajetória, desenvolvi uma experiência clínica consistente na área da psiquiatria, com atuação em ambulatórios e enfermarias, além da rede de atenção psicossocial. Esse percurso possibilitou o acompanhamento de diferentes formas de sofrimento psíquico, incluindo quadros de ansiedade, depressão, transtornos do humor – como o transtorno afetivo bipolar (TAB), transtornos de personalidade – como o Borderline, além de outras manifestações que impactam de maneira significativa a vida cotidiana. Essa vivência amplia minha escuta clínica e sustenta um trabalho que acolhe desde questões ainda difusas até situações de maior gravidade, sempre respeitando a singularidade de cada caso.

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Serviços

Disponibilizo atendimento clínico online e presencial em Ipanema e Tijuca para adultos e idosos.

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Sobre a orientação psicanalítica

Por que a psicanálise? 

Em muitos momentos de sofrimento, é comum buscar respostas rápidas, conselhos ou formas de “eliminar” aquilo que incomoda. Embora isso possa trazer alívio pontual, nem sempre toca aquilo que, de fato, sustenta o mal-estar.

A psicanálise propõe um outro caminho. Em vez de silenciar o sintoma, ela se interessa por escutá-lo: o que ele diz sobre você? O que se repete? O que insiste, mesmo quando parece não fazer sentido?

Cada pessoa constrói, ao longo da vida, uma maneira singular de lidar com suas experiências, seus desejos e suas relações. Nem sempre essa construção é consciente — e é justamente aí que a psicanálise opera, abrindo espaço para que algo disso possa ser dito e elaborado.

Optar por uma análise é escolher um trabalho que respeita o seu tempo e a sua história, sem modelos prontos ou respostas universais. É uma aposta de que, ao se implicar na própria fala, algo pode se deslocar: novas formas de lidar com o sofrimento podem surgir, e aquilo que antes parecia sem saída pode ganhar outras possibilidades.

Mais do que oferecer soluções, a psicanálise oferece um espaço de escuta — e, muitas vezes, é aí que algo realmente começa a mudar.

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A psicanálise: uma aventura pelo inconsciente

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A psicanálise parte de uma ideia simples, mas profunda: nem tudo em nós é consciente. Muitas vezes, aquilo que pensamos, sentimos ou fazemos não depende apenas da nossa vontade — há uma dimensão inconsciente que atravessa nossas escolhas, nossos sintomas e nossas relações.

Isso pode aparecer de diferentes formas: em repetições que parecem não ter explicação, em angústias persistentes, em dificuldades nos vínculos ou até em um mal-estar difuso, difícil de nomear. A psicanálise se interessa justamente por esses pontos onde algo “escapa” ao controle.

Na abordagem lacaniana, o inconsciente não é visto como um lugar escondido dentro de nós, mas como algo que se manifesta na fala — nos lapsos, nas contradições, nas histórias que contamos sobre nós mesmos. Por isso, o trabalho analítico se constrói a partir da palavra, com a fala livre e em livre associação.

Em análise, você é convidado a falar livremente, sem a necessidade de organizar tudo de antemão. É nesse processo que algo do seu modo singular de viver o sofrimento pode aparecer e, pouco a pouco, ganhar novos sentidos. Abrindo um espaço onde seja possível se escutar de outra maneira. A partir daí, mudanças podem surgir — não como imposição externa, mas como efeito de um trabalho próprio, construído ao longo do tempo.

Perguntas frequentes

Qual é a frequência dos atendimentos? E o tempo de sessão? 

As sessões são individuais, com horário marcado e frequência mínima semanal, podendo ser maior de acordo com as necessidades e possibilidades do paciente. 

O tempo de cada atendimento não é rígido: ele pode variar de acordo com o momento de cada encontro e com o que está sendo trabalhado, respeitando o seu ritmo e a singularidade do processo.

 Qual o valor das sessões e quais as formas de pagamento?

Não trabalho com um valor previamente fixado. Ao entrar em contato comigo pelo WhatsApp, podemos agendar um primeiro encontro com calma.​Nos atendimentos iniciais — que chamo de entrevistas preliminares — teremos um espaço para nos conhecermos melhor, você poder falar sobre o que te traz, e eu compreender sua demanda.​É também nesse processo que negociamos, de forma, o valor das sessões.

Você aceita convênios?

Os atendimentos são particulares, porém emito recibo para você solicitar seu reembolso ao seu plano de saúde, caso seu plano possua esse serviço. Não deixe de se informar com seu convênio sobre essa possibilidade.

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