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Lucas Roldan, psicólogo clínico formado pela UFF com residência hospitalar na UERJ

Olá,
Muito prazer, me chamo Lucas Vidal Roldan

Realizei minha graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde tive uma formação sólida, articulando fundamentos teóricos e experiências práticas desde o início do curso. Ao longo da graduação, me aproximei da clínica psicológica e da psicanálise, que passaram a orientar meu percurso.

Participei de estágios e atividades em contexto hospitalar, com foco no atendimento a pacientes internados e na articulação com equipes de saúde, o que contribuiu para uma compreensão ampliada do cuidado. Também estive envolvido em projetos de extensão, trabalhando temas relacionados à psicanálise, ao corpo e às questões contemporâneas, além de experiências voltadas para contextos sociais diversos.

Esse percurso na UFF foi fundamental para a construção do meu interesse pela clínica e pela saúde pública, servindo de base para minha formação posterior e atuação profissional.

Ao longo da minha trajetória profissional, venho construindo uma experiência clínica consistente na interface entre a psicanálise e a psiquiatria, com atuação em diferentes níveis de cuidado em saúde mental.

Iniciei meu percurso no Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB), onde realizei atendimento clínico em ambulatório psiquiátrico, além de inserção em enfermarias, acompanhando casos de maior complexidade e sustentando uma prática orientada pela escuta psicanalítica.

Posteriormente, aprofundei essa formação na residência em Psicologia Clínica Institucional pela UERJ, com atuação no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e na Policlínica Piquet Carneiro. Nesse período, circulei por diferentes setores hospitalares, o que ampliou significativamente minha experiência clínica. Tive atuação em enfermaria psiquiátrica, com acompanhamento intensivo de casos graves, manejo de crises e trabalho próximo à equipe multiprofissional. Atuei também na cirurgia cardíaca, acompanhando pacientes em situações de internação e pré e pós-operatório, lidando com os impactos subjetivos de condições clínicas graves. Além disso, tive inserção na unidade de atenção à pessoa idosa, trabalhando com demandas relacionadas ao envelhecimento, adoecimento, perdas e reorganizações subjetivas próprias dessa etapa da vida.

Ainda no contexto hospitalar, realizei interconsultas em diferentes setores, sustentando a escuta clínica em articulação com outras especialidades médicas. Paralelamente, estive inserido na rede de atenção psicossocial (RAPS), especialmente em CAPS, onde realizei acompanhamento longitudinal de usuários, muitos deles em situações de grande vulnerabilidade e com histórico de internações psiquiátricas. Nesse espaço, o trabalho envolvia tanto o atendimento clínico quanto a construção de estratégias de cuidado em articulação com o território e a equipe.

Também tive experiência como acompanhante terapêutico em Serviço de Residências Terapêuticas (SRT), participando de processos de desinstitucionalização e atuando diretamente no cotidiano dos usuários, favorecendo a construção de autonomia e a reinserção social.

Esse percurso me possibilitou trabalhar com uma ampla diversidade de quadros clínicos — como ansiedade, depressão, transtornos do humor, psicoses e outras formas de sofrimento intenso — sempre a partir de uma escuta orientada pela singularidade de cada sujeito, sem reduzir a experiência clínica a diagnósticos fechados.

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